Epigrafia Romana de Beja
Conjunto de inscrições latinas provenientes de Pax Iulia (Beja) e do seu território, que constituem uma das principais fontes para o conhecimento da cidade romana.
Principais inscrições conhecidas
- Inscrição Monumental de Pax Iulia (IRCP 292) - homenagem augustana (3-2 a.C.), encontrada em 1879 junto à Porta de Avis; desapareceu pouco depois
- Inscrição de Marco Aurélio, Flâmine de Tibério - homenagem do reinado de Tibério a um duúnviro, flâmine e prefeito dos artífices de Pax Iulia, reencontrada na Quinta da Mangiralda em 20141
- Inscrição de Lúcio Vero (IRCP 291) - homenagem ao co-imperador Lúcio Vero, no Museu Rainha D. Leonor
- Inscrição de L. Márcio Piervs - augustalis da Colónia Pacensis e do municipium Eborensis; colecção do Museu
- Inscrição de Antónia Belice (CIL II, 104) - estela funerária de uma escrava, reutilizada como suporte de lagar; colecção do Museu
- Estela Funerária de Ruga - epitáfio de um escravo de dez anos, datado de meados do século III ou pouco depois; documentado no Museu Militar do Baixo Alentejo2
- Epitáfio de Marco Júlio Avito - placa de um olisiponense falecido aos trinta anos, com datação discutida entre os séculos I e III3
- Cipo Funerário de Lúcio Júlio Arco - fragmento encontrado em Mombeja, datado de finais do século I ou inícios do II4
- Estela Funerária de Modestina - monumento do século III encontrado na Herdade do Lamarim, em Baleizão, com leitura onomástica revista em 20235
- Cupa Funerária de Beja na Figueira da Foz - fragmento proveniente de Beja, hoje no Museu Municipal Santos Rocha, com identidade e idade incompletas6
- Ara Funerária de Asínia Priscila - epitáfio dos finais do século II, encontrado junto ao Castro dos Ratinhos, que qualifica a defunta como Pacensis e documenta mobilidade associada a Pax Iulia7
- Placa Funerária de Gaio Coscónio - epitáfio dos finais do século I a.C., encontrado na Fonte dos Frades, que identifica um cidadão da tribo Galéria provavelmente ligado aos primeiros colonos itálicos8
- Placa Funerária de Júlia Tusca ou Fusca - fragmento de meados do século I encontrado na Fonte Figueira, testemunho da romanização onomástica no território rural de Pax Iulia9
- Cupa de Livínio Eutique - monumento dos séculos II-III dedicado a uma criança de seis anos, encontrado reutilizado na Rua Dom Manuel I n.º 2310
- Placa Funerária de Cássia Patrícia - fragmento provavelmente da segunda metade do século II, reutilizado no Torreão Sul das Muralhas da Rua Dom Manuel I, com nome e estatuto hipotéticos11
- Cupa de Júlia Crésima - fragmento provavelmente do século II, reutilizado no Torreão Norte das Portas de Mértola, com restituição onomástica e estatuto de liberta propostos com cautela12
- Cupa de Vero - cupa de granito da Herdade do Paço do Conde, datada da segunda metade do século II, com os nomes do jovem defunto e da mãe sujeitos a leituras alternativas13
- Cupa de Lúcio Júlio Políbio - monumento funerário da mesma herdade, conservado no Museu de Évora13
- Cupa de Baleizão - monumento dos séculos II-III com inscrição muito incompleta, encontrado reutilizado numa casa de monte e conservado em Serpa14
- Ara Funerária do Monte do Olival dos Frades - fragmento em mármore de Trigaches cujo campo epigráfico está demasiado desgastado para permitir uma leitura15
- Base de Coluna Epigrafada do Monte do Olival dos Frades - elemento arquitectónico do século I com uma marca numérica ou de montagem de interpretação incerta15
- Base de Ara ou Cipo do Monte do Olival dos Frades - monumento de função imprecisa, sem texto descrito na publicação15
- Ara Romana do Monte da Atouguia - ara de mármore de Trigaches, sem vestígios de inscrição, encontrada na área rural de Baleizão16
- Pedrinha com Inscrição da Villa de Pisões - pequeno bloco de calcário com sinais latinos e gregos, encontrado à superfície em Pisões, sem leitura ou função seguras17
- Fragmento de Dolium Inscrito do Monte do Montinho - fragmento cerâmico marcado com o numeral
CCLXV, interpretado como indicação provável da capacidade do recipiente18 - Tijolo com Grafito da Herdade das Barbas de Lebre - fragmento marcado depois da cozedura com
M I(?), cuja possível função como marca de contagem permanece hipotética19 - Ara Anepígrafa da Torre da Cardeira - monumento sem letras gravadas, embora possa ter recebido uma inscrição pintada, provavelmente reutilizado num contexto cristão20
- Placa Funerária do Castelo de Beja (FE 863) - fragmento da segunda metade do século I, reutilizado na barbacã nordeste do Castelo, com o nome e o sexo da pessoa sepultada por determinar21
- Fragmento de Estela Funerária da Rua Dom Manuel I - fragmento do século II encontrado numa casa da Rua Dom Manuel I, que conserva apenas a fórmula dedicada aos deuses Manes e recebeu posteriormente um motivo floral22
Epigrafia funerária da necrópole noroeste
Um conjunto expressivo de inscrições funerárias (aras, cupae e placas de monumenta) associa-se à necrópole noroeste, muitas reutilizadas nas muralhas, no Castelo e na Sé: Candidilla (IRCP 253), Clodio Let(y…) (255), a placa FE 863, Cornelia Agate (257), Iulius Lucceianus (266), Livínio Eutique (FE 464), Sexti Numisi Avi (245), Cássia Patrícia (FE 483), Pompeianus (273) e vários desconhecidos.23101121
Corpus e investigadores
O bispo D. Fr. Manuel do Cenáculo Vilas Boas reuniu, no século XVIII, o mais antigo corpus sistemático de inscrições bejenses - conservado num álbum na Biblioteca de Évora e numa cópia na Biblioteca Municipal de Beja. Félix Caetano da Silva transcreveu-o nas Memórias Históricas das Antiguidades de Beja (ms.). Hübner publicou muitas peças no Corpus Inscriptionum Latinarum, vol. II. José D’Encarnação reviu e ampliou o inventário no Ficheiro Epigráfico (IRCP, 1984). Leite de Vasconcelos corrigiu in loco vários textos em 1895.24
O diário de Francisco Pérez Bayer documenta uma etapa intermédia decisiva desta tradição. Entre 3 e 6 de Novembro de 1782, o viajante copiou inscrições nas ruas, portas e muralhas de Beja e na colecção do Paço Episcopal, acompanhado por Félix Caetano da Silva e por Cenáculo. O relato distingue as peças vistas na cidade das que tinham sido reunidas no Paço a partir de Beja, dos arredores e de Lisboa.25
Continuidade paleocristã
As inscrições de Bardasco (484) e Redento (566), gravadas na mesma tampa de sarcófago, mostram a passagem dos formulários funerários romanos para a Epigrafia Paleocristã de Beja. O monumento rural do Monte da Robala conserva uma sequência excepcional de 82 anos.26
Monumentos anepígrafos
O Ficheiro Epigráfico publicou como FE 568 a Possível Cupa Inacabada de Porto de Peles, apesar de o bloco não ter inscrição. A hipótese de uma peça por terminar é relevante para compreender a preparação do suporte antes da gravação, mas não autoriza a tratá-lo como monumento epigráfico concluído.27
A FE 584 corresponde à Cupa Anepígrafa do Monte dos Pombais, identificada pela forma de meia pipa e pelos aros conservados nos topos. Também neste caso, a ausência de texto impede recuperar onomástica ou formular uma datação epigráfica.28
A FE 594 reúne os Fragmentos de Cupae do Parque Vista Alegre, identificados pela decoração, pelos aros e pelo possível soco, mas sem texto epigráfico publicado. O registo demonstra a reutilização de suportes funerários nas muralhas sem permitir identificar os defuntos ou o contexto sepulcral original.29
A FE 636 publica a Cupa de Júlia Crésima, ainda embutida no torreão norte das Portas de Mértola. A leitura parcial Iulia Chresima acrescenta um possível testemunho feminino e libertino à onomástica pacense, embora o estatuto não seja declarado no texto conservado.12
A FE 686 publica a Cupa de Vero, encontrada na Herdade do Paço do Conde. O texto recorda um jovem de 19 anos e a mãe que mandou colocar o monumento. A erosão permite, contudo, ler os nomes como Verus ou Vetus e Muste ou Exuste. A presença de outra cupa na herdade reforça a importância arqueológica do local, sem comprovar a natureza do estabelecimento romano ali existente.13
A FE 694 corresponde ao Fragmento de Cupa do Centro UNESCO, reconhecido pelos aros e pela curvatura do bloco. A fractura eliminou o campo epigráfico, pelo que a peça não conserva texto, nomes ou fórmula funerária. A publicação documenta a reutilização do suporte nas muralhas, não uma nova inscrição legível.30
A FE 747 revê a Cupa de Baleizão, anteriormente publicada sem leitura e sem proveniência conhecida. A nova investigação recuperou a origem em Baleizão e leu as fórmulas inicial e final. As propostas de um gentilício terminado em -rius e do cognome Flavus não permitem identificar a pessoa sepultada.14
A FE 764-766 reúne três monumentos conservados no Monte do Olival dos Frades, em Baleizão. Na ara funerária, a erosão eliminou a possibilidade de leitura, embora se conserve na face lateral a representação de uma lagoena. A base de coluna apresenta um V invertido e quatro hastes, interpretados com dúvida como o número nove; a marca pode ter servido à montagem do edifício ou ao trabalho de cantaria. A terceira peça é apenas identificada como base de ara ou de cipo. Nenhum dos contextos arqueológicos originais é conhecido.15
A FE 773 documenta a Ara Romana do Monte da Atouguia, monumento anepígrafo identificado em Baleizão. A ausência de letras impede conhecer a dedicação ou datar a peça por critérios epigráficos. A atribuição a uma possível villa próxima permanece conjectural.16
A FE 801 publica a Pedrinha com Inscrição da Villa de Pisões. A sequência ΠICT / O C é legível, mas o seu significado permanece desconhecido. A possível função de etiqueta, a leitura PISTOR e a associação a um ambiente paleocristão dependem de várias substituições gráficas e não constituem interpretações demonstradas.17
A FE 809-810 reúne a Cupa Anepígrafa 1 do Monte da Fuzeira e a Cupa Anepígrafa 2 do Monte da Fuzeira, encontradas reutilizadas nas fundações de um armazém em São Matias. Nenhuma conserva inscrição. A primeira poderá ser um monumento inacabado; a segunda mantém aros de aduela e recebeu uma datação tipológica nos séculos II-III.31
A FE 821 publica o Tijolo com Grafito da Herdade das Barbas de Lebre, recolhido num contexto de dispersão de materiais romanos ou tardo-romanos em Baleizão. A leitura M I(?) conserva apenas uma letra segura e um segundo traço incompleto. A sugestão de uma marca de contagem não pode ser confirmada.19
A FE 848 publica a Ara Anepígrafa da Torre da Cardeira, proveniente de uma importante villa de Baleizão. A ausência de letras gravadas impede tratá-la como inscrição conservada; a possibilidade de um texto pintado não pode ser verificada. As alterações do topo e da base sustentam a interpretação provável de uma reutilização como suporte de altar cristão.20
A FE 863 publica a Placa Funerária do Castelo de Beja (FE 863), reutilizada na barbacã nordeste. A sequência TERTI admite as leituras Tertius, Tertia ou o genitivo Terti, pelo que não permite atribuir uma identidade segura. A idade de trinta anos, a consagração aos deuses Manes e a fórmula final são legíveis ou restituíveis; a datação na segunda metade do século I permanece provável.21
A FE 950 publica a Árula a Júpiter de Beja (FE 950), pequeno altar votivo provavelmente datado do século II ou dos inícios do III. A inscrição regista que Publius F(…) R(…) cumpriu um voto de Marcus Agrius Macrinus a Júpiter. O nome do executor não pode ser restituído com segurança. A proveniência original em Pax Iulia é muito provável para os editores, mas o possível lugar num templo do fórum permanece hipotético.32
Fontes
- Inscrição Monumental de Pax Iulia (José D’Encarnação)
- Uma Homenagem… Política! - A Inscrição de Lúcio Vero (José D’Encarnação, 2022)
- Museu de Beja e Inscrições Latinas (Leite de Vasconcelos, 1895)24
- Terra Sigillata da Rua da Palma - A Necrópole Noroeste de Pax Iulia (Feio e Sousa, 2025) - a epigrafia funerária da necrópole noroeste
- Estela Funerária de Ruga (Manuela Alves Dias, 1982) - inscrição funerária FE 12 e percurso da peça2
- Epitáfio de Marco Júlio Avito (Manuela Alves Dias, 1983) - inscrição FE 18, mobilidade e proveniência da peça3
- Cipo Funerário de Mombeja (Manuela Alves Dias, 1983) - inscrição FE 20 do território rural4
- Cipo Funerário do Lamarim (Manuela Alves Dias, 1983) - inscrição FE 22 de Baleizão e revisão da leitura5
- Fragmento de Cupa Epigrafado (Maria Miguel Lucas, 1988) - inscrição FE 111 e dispersão museológica de uma cupa proveniente de Beja6
- Ara Funerária de Asínia Priscila (Rafael Alfenim, 1988) - inscrição FE 118, origem pacense e mobilidade funerária7
- Placa Funerária da Fonte dos Frades (Alfenim e D’Encarnação, 1997) - inscrição FE 259, colonização itálica e contexto rural de Baleizão8
- Placa Funerária de Santa Maria (D’Encarnação e Lopes, 2001) - inscrição FE 298, romanização onomástica e contexto rural da Fonte Figueira9
- Cupa de Eutiches, Beja (Dias e Gaspar, 2013) - inscrição FE 464, infância, onomástica e reutilização de uma cupa funerária10
- Inscrição Funerária Romana nas Muralhas de Beja (D’Encarnação e Serra, 2013) - inscrição FE 483, reutilização na muralha e restituição onomástica incerta11
- Duas Inscrições Funerárias Paleocristãs de Nossa Senhora das Neves (D’Encarnação e Feio, 2016) - continuidade e transformação da epigrafia funerária nos séculos V-VI26
- Uma Possível Cupa em Neves (Jorge Feio, 2016) - preparação hipotética de um suporte funerário anepígrafo27
- Cupa Anepígrafa do Monte dos Pombais (Jorge Feio, 2016) - cupa funerária sem inscrição e contexto arqueológico rural28
- Fragmentos de Cupae nas Muralhas de Beja (Miguel Serra, 2017) - suportes funerários sem texto publicado, reutilizados na muralha medieval29
- Cupa do Torreão das Portas de Mértola (D’Encarnação e Serra, 2018) - inscrição FE 636, reutilização numa torre das muralhas e identificação provável de Júlia Crésima12
- Cupa da Herdade do Passo do Conde (D’Encarnação e Feio, 2019) - inscrição FE 686, duas cupae da herdade e leituras onomásticas cautelosas13
- Novo Fragmento de Cupa na Muralha de Beja (Miguel Serra, 2019) - fragmento FE 694 sem campo epigráfico, reutilizado na face interior das muralhas30
- Cupa de Baleizão (Dias et al., 2020) - inscrição FE 747, proveniência recuperada e leitura fragmentária de uma cupa rural14
- Epígrafes do Monte do Olival dos Frades (Jorge Feio, 2021) - inscrições FE 764-766, monumentos romanos de Baleizão com contextos de origem desconhecidos15
- Ara Romana do Monte da Atouguia (Jorge Feio, 2021) - inscrição FE 773, ara anepígrafa de Baleizão e contexto de origem incerto16
- Pedrinha com Inscrição da Villa de Pisões (D’Encarnação e Lopes, 2022) - inscrição FE 801, pequeno objecto de leitura e função incertas encontrado em Pisões17
- Duas Cupae do Monte da Fuzeira (Jorge Feio, 2022) - inscrições FE 809-810, duas cupae anepígrafas reutilizadas num armazém de São Matias31
- Fragmento de Dolium com Inscrição do Monte do Montinho (Jorge Feio, 2022) - inscrição FE 813, numeral de capacidade num grande recipiente cerâmico da villa do Monte do Montinho18
- Tijolo com Grafito da Herdade das Barbas de Lebre (Miguel Serra, 2022) - inscrição FE 821, grafito fragmentário sobre um tijolo de contexto rural de Baleizão19
- Ara Anepígrafa da Torre da Cardeira (Jorge Feio, 2023) - inscrição FE 848, ara sem texto gravado e provável reutilização cristã20
- Inscrição Funerária do Castelo de Beja (Jorge Feio, 2023) - inscrição FE 863, placa reutilizada no Castelo e identificação onomástica incompleta21
- Árula a Júpiter de Beja (Campos e Feio, 2026) - inscrição FE 950, voto a Júpiter cumprido em representação de Marco Ágrio Macrino32
- Visita de Pérez Bayer a Beja (Leite de Vasconcelos, 1920) - levantamento antiquário das inscrições visíveis na cidade e reunidas no Paço Episcopal em 178225
- Um Flâmine de Tibério em Pax Iulia (D’Encarnação e Feio, 2014) - CIL II 49, carreira municipal, culto imperial e percurso da pedra1
- Fragmento de Epitáfio Romano em Pax Iulia (Miguel Serra, 2025) - inscrição FE 908, fórmula funerária fragmentária e reutilização decorativa posterior22
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Notas
-
Um Flâmine de Tibério em Pax Iulia (D’Encarnação e Feio, 2014) ↩ ↩2
-
Epitáfio de Marco Júlio Avito (Manuela Alves Dias, 1983) ↩ ↩2
-
Fragmento de Cupa Epigrafado (Maria Miguel Lucas, 1988) ↩ ↩2
-
Ara Funerária de Asínia Priscila (Rafael Alfenim, 1988) ↩ ↩2
-
Placa Funerária da Fonte dos Frades (Alfenim e D’Encarnação, 1997) ↩ ↩2
-
Placa Funerária de Santa Maria (D’Encarnação e Lopes, 2001) ↩ ↩2
-
Inscrição Funerária Romana nas Muralhas de Beja (D’Encarnação e Serra, 2013) ↩ ↩2 ↩3
-
Cupa do Torreão das Portas de Mértola (D’Encarnação e Serra, 2018) ↩ ↩2 ↩3
-
Cupa da Herdade do Passo do Conde (D’Encarnação e Feio, 2019) ↩ ↩2 ↩3 ↩4
-
Epígrafes do Monte do Olival dos Frades (Jorge Feio, 2021) ↩ ↩2 ↩3 ↩4 ↩5
-
Pedrinha com Inscrição da Villa de Pisões (D’Encarnação e Lopes, 2022) ↩ ↩2 ↩3
-
Fragmento de Dolium com Inscrição do Monte do Montinho (Jorge Feio, 2022) ↩ ↩2
-
Tijolo com Grafito da Herdade das Barbas de Lebre (Miguel Serra, 2022) ↩ ↩2 ↩3
-
Ara Anepígrafa da Torre da Cardeira (Jorge Feio, 2023) ↩ ↩2 ↩3
-
Inscrição Funerária do Castelo de Beja (Jorge Feio, 2023) ↩ ↩2 ↩3 ↩4
-
Fragmento de Epitáfio Romano em Pax Iulia (Miguel Serra, 2025) ↩ ↩2
-
Terra Sigillata da Rua da Palma - A Necrópole Noroeste de Pax Iulia (Feio e Sousa, 2025) ↩
-
Museu de Beja e Inscrições Latinas (Leite de Vasconcelos, 1895) ↩ ↩2
-
Visita de Pérez Bayer a Beja (Leite de Vasconcelos, 1920) ↩ ↩2
-
Duas Inscrições Funerárias Paleocristãs de Nossa Senhora das Neves (D’Encarnação e Feio, 2016) ↩ ↩2
-
Cupa Anepígrafa do Monte dos Pombais (Jorge Feio, 2016) ↩ ↩2
-
Fragmentos de Cupae nas Muralhas de Beja (Miguel Serra, 2017) ↩ ↩2
-
Novo Fragmento de Cupa na Muralha de Beja (Miguel Serra, 2019) ↩ ↩2