Estela Funerária de Modestina
Monumento funerário romano encontrado na Herdade do Lamarim, em Baleizão, e conservado no Museu Rainha D. Leonor. Foi publicado em 1983 como fragmento de cipo funerário em mármore branco, com 72,5 x 43,5 x 22 cm, e datado do século III.1
O frontão tem volutas, flores e um elemento central interpretado inicialmente como palma. Uma face lateral conserva parte de uma pátera em baixo-relevo. A inscrição foi gravada irregularmente e perdeu a idade da pessoa falecida e parte da fórmula final.1
Leitura
Manuela Alves Dias apresentou duas leituras alternativas, uma feminina, Modestina Aequa, e outra masculina, Modestinus Eques. Uma revisão de José D’Encarnação em 2023 prefere identificar a defunta como Modestina e classifica o monumento como estela em jeito de ara, de mármore de Pardais.2
A proposta de que a última linha mencionaria a avó da defunta e a interpretação do motivo central como tirso são hipóteses, não leituras seguras.2
Fontes
- Cipo Funerário do Lamarim (Manuela Alves Dias, 1983)1
- Uma carga de trabalhos!, José D’Encarnação, 2023.2
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Notas
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Cipo Funerário do Lamarim (Manuela Alves Dias, 1983) ↩ ↩2 ↩3
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José D’Encarnação, “Uma carga de trabalhos!”, Diário do Alentejo, 12 de Março de 2023. ↩ ↩2 ↩3