Colégio dos Jesuítas / Paço Episcopal / Sé Catedral
Complexo que passou por três fases de uso:
1.ª fase — Jesuítas
- 1662 — Dois padres do Colégio de Évora pregam a Quaresma em Beja1
- 1670 — Padres Diogo Lobo e João Ribeiro convencem autoridades, nobreza e confraria de S. Sezinando a pedir fundação de residência1
- 1671 — Manuel de Brito do Carvalhal oferece-se como padroeiro1
- 1673 — Jesuítas recebem a Igreja de S. Sisenando e obrigam-se a reger Gramática e Moral2
- 1695 — D. Maria Sofia de Neuburg (por voto a S. Francisco Xavier) manda fundar o Colégio2
- 1705 — Mestre Manuel Rodrigues (mestre de obras) trabalha no edifício1
- Obras de Colégio e Igreja prosseguem até 1759 (expulsão dos Jesuítas por Pombal, obras incompletas)21
2.ª fase — Bispado de Beja
- 1770, 10 Jul — criado o Bispado de Beja por D. José I1
- 1771, 6 Jun — edifício doado à Diocese; passa a Paço Episcopal; D. Fr. Manuel do Cenáculo Vilas Boas instala o seu museu na capela de S. Sezinando vizinha1
- 1855 — Diocese cede para instalar o Liceu Nacional (criado 1852)1
- 1863, 26 Ago — Estado abandona, alugando casa no Terreiro de Santiago1
- 1884, 3 Jul — Decreto de criação do Seminário de Beja (Bispo D. António Xavier de Sousa Monteiro)1
- 1885, 6 Fev — Inauguração do Seminário1
- 1892 — Fundação do Museu Episcopal de Beja no Paço1
- 1910 — Assalto ao Paço; pilhagem e incêndio do arquivo e biblioteca1
Fontes
- Beja no Anno de 1845 (José Silvestre Ribeiro)
- Colégio dos Jesuítas (Seminário de Beja) (Ricardo Pereira e Paula Figueiredo, 2001-2005) — IPA, ZEP do Castelo, cronologia completa (1662-2000), descrição arquitectónica
- Bispado de Beja
- D. Fr. Manuel do Cenáculo Vilas Boas