Francisco Fialho Guedes
Escrivão da Câmara de Beja em 1637. Foi pela sua pena, nas Actas das Vereações, que ficou registado o relato dos três dias do motim popular (Alterações de Beja de 1637) — a principal fonte do acontecimento.
Deixou também a anotação manuscrita, num fragmento de folha sobrevivente do Livro das Actas de 1635, explicando que as folhas das ordens do real de água tinham sido “rasgadas pelo povo no motim”.