O Largo de S. João e Programa Polis (Leonel Borrela)

Artigo de Leonel Borrela (Diário do Alentejo, 2008) — crítica à intervenção do Programa Polis no Largo de S. João.

A crítica

  • O Largo de S. João (onde estava a Igreja de S. João Baptista, demolida em 1920), entre a Sociedade Bejense, o Teatro Pax-Júlia e as ruas Travessa do Cepo e Dr. Brito Camacho, foi transformado pelas obras do Polis num “campo de minas” de obstáculos (canteiros losangulares, denteados, passeios desnecessários);
  • Borrela critica a ironia de o Polis pretender eliminar barreiras arquitectónicas e afinal as multiplicar — algumas arestas cortantes já tinham sido quebradas; espera que a intervenção seja corrigida (como a da Rua António Sardinha) para “devolver o Largo de S. João aos bejenses”.

Os documentos iconográficos

  • Foto do largo desimpedido (início dos anos 1960), com a torre medieval da Travessa do Cepo (portais ogivais, lintéis manuelinos, bases de colunas romanas), onde o portão ostentava o nome do Café Automobilista (ponto de encontro de motoristas das carreiras);
  • Uma gravura de Leotte (já usada por Borrela noutras crónicas) com o aspecto centenário do Jardim do Bacalhau (antiga praça de Santa Catarina).

Entidades mencionadas

Leonel Borrela · Largo de S. João · Programa Polis de Beja · Igreja de S. João Baptista · Teatro Pax-Júlia · Leotte · Praça Diogo Fernandes

Documentos relacionados

Como citar

Referência (APA): Borrela, Leonel (2008). O Largo de S. João e Programa Polis. Diário do Alentejo (Iconografia Pacense).

Tags

iconografia-pacense patrimonio urbanismo beja