Arcos da Cidade de Beja (Leonel Borrela)

Artigo de Leonel Borrela (Diário do Alentejo, 2 de Junho de 2006) — introdução aos arcos de Beja, da engenharia romana à arquitectura posterior, com uma síntese da formação da cidade.

Síntese da fundação

  • Os primeiros habitantes conhecidos da colina foram os povos da Idade do Ferro (c. 1000-200 a.C.); de povos do Bronze há muitas necrópoles à volta, mas não está provado que fundassem a cidade;
  • Diversos autores relacionam Beja com a Conistorgis dos gregos, no Sudoeste peninsular;
  • Na época romana, Pax-Júlia foi sede do convento pacense (a maior das três áreas da Lusitânia: Alentejo e Algarve), rica em minério, mármores, sal e agro-pecuária.

O arco romano

  • A engenharia romana divulgou o arco de volta inteira (meio ponto) para vencer vãos maiores — superando a limitação da trave de madeira ou do lintel de pedra (que quebravam); contraste com a “floresta de colunas” dos edifícios egípcios e gregos;
  • Ilustra com um desenho das Portas de Mértola de A. F. Paula Graça (c. 1850).

Entidades mencionadas

Leonel Borrela · Pax Iulia — Roma em Beja · Conistorgis · Conventus Pacensis · Porta de Mértola · Francisco da Paula Graça · Muralhas de Beja · Idade do Bronze na Região de Beja

Documentos relacionados

  • Iconografia Pacense — Índice das Edições (Leonel Borrela)

Como citar

Referência (APA): Borrela, Leonel (2006). Arcos da Cidade de Beja. Diário do Alentejo (Iconografia Pacense).

Tags

iconografia-pacense romano arquitectura beja