Carlos Maneira e Costa
Arqueólogo que, em 2011, identificou as fundações do edifício absidado do Monte do Arcediago durante o acompanhamento arqueológico de uma área de empréstimo de inertes para a A26.1
Em 2025 publicou com Jorge Feio o estudo do edifício, do seu espólio disperso e da possível identificação como monasterium da Antiguidade Tardia.