Os Marcos d’Água (Leonel Borrela)

Edição da Iconografia Pacense de Leonel Borrela (Diário do Alentejo, 4 de Julho de 2008) dedicada aos marcos d’água de Beja — com uma dedicatória de Borrela a “Ana Maria” e a publicação de um poema de saudade de Ana Maria Brália.

O poema dos marcos

Os versos evocam os antigos marcos d’água (“casinhas singelas… com uma torneira em cada lado / onde o Povo precisado / a água ia buscar”), enumerando as suas localizações na memória popular:

  • Largo da escola; Rua Ancha; Terreirinho (pela Rua das Ferrarias); o Marco das Alcaçarias; Santo Amaro (grande área); e o do Terreiro dos Valentes.

O poema lamenta que, com a chegada da água encanada, “foram todos destruídos” — ao contrário da arqueologia que preserva “a velharia”: “Gostava de ainda ver / um Marco em solo bejense.” Confirma a lista de localizações já documentada em Marcos Fontanários.

Entidades mencionadas

Leonel Borrela · Ana Maria Brália · Marcos Fontanários · Igreja de Santo Amaro

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Como citar

Referência (APA): Borrela, Leonel (2008). Os Marcos d’Água. Diário do Alentejo (Iconografia Pacense).

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